Somos...

Somos...
Rebele-se Contra o Racismo!

sexta-feira, 27 de maio de 2016

CRIMES VIRTUAIS:Na Mira dos racistas e homofóbicos...

A prática de atitudes racistas deve ser punida sempre, mas com a modernização da
tecnologia, algumas pessoas arranjaram outras formas de expressar o preconceito: pela internet.
Muitas redes de relacionamento virtual tem sofrido com isso, onde alguns usuários usam de forma revoltante esse espaço para soltar comentários discriminatórios.
Segundo a legislação brasileira, crime de racismo é uma coisa e injúria racial é outra. Racismo é ofender e discriminar toda uma coletividade ou grupo de indivíduos. Preconceito contra a coletividade dos judeus ou dos umbandistas, por exemplo, é um crime de racismo, como define a Lei nº 7.716/1989.

Os crimes na internet causam anualmente um prejuízo de R$ 16 bilhões no Brasil. A estimativa é de um estudo recente da Norton/Symantec, empresa líder mundial em soluções de segurança para computação, que ouviu 13 mil internautas no mundo, com idade entre 18 e 64 anos. A pesquisa, publicada em outubro, revela que a cada segundo 18 pessoas são vítimas de algum tipo de crime na rede – no ano passado, 556 milhões de pessoas teriam sido afetadas.

Os levantamentos têm mostrado ainda que os ataques virtuais são cada vez mais frequentes, sofisticados e difíceis de combater. Não à toa, governos e empresas têm investido mais em ações de prevenção e combate. Mas é o usuário comum quem mais

precisa se proteger. 

 - As denúncias de casos de intolerância no Facebook são as mais numerosas, seguidas por Twitter e Instagram. "Não digo que o problema é o Facebook, é quem usa o Facebook",
Investigação digital -A investigação de crimes pela internet difere da tradicional por ser feita basicamente na delegacia. Inclui pesquisa do perfil da pessoa, confronto dessas informações com sistemas policiais, eventual requisição de informações ao juiz para conseguir dados sigilosos e rastreamento de quem é o responsável por aquela conta ou postagem criminosa.

"O caminho é um pouco mais longo", diz, "mas não menos eficiente". "As pessoas acham que, por ser na internet, [a investigação] não vai chegar [até a elas], mas, pela nossa experiência aqui, a investigação chega, sim, mais não e fácil."

O setor de inteligência para rastrear novos grupos, quem os integra, onde se concentram, que lugares frequentam, que roupas usam, que tipo de tatuagem, qual a ideologia", descreve a delegada. "A intolerância deles não é só contra homossexual e negro. Ultimamente, os casos mais graves que temos são de confrontos entre os próprios grupos por ideologia diferente."

Sobre a falta de recursos, relatada em delegacias contra crimes raciais no Pará e no Piauí,

a delegada diz estar bem atendida. "Recebemos carros novos neste mês, temos computadores, o número de policiais é suficiente para nossa demanda."Contudo, o que falta é ter continuidade do caso, após o registro do boletim de ocorrência. Mas muitas
vítimas não vão adiante com a abertura do inquérito (o BO, sozinho, não basta para abrir investigação). A consequência disso, segundo ele, é que não se muda a cultura da população.
Cabe destacar que não foi a internet que causou isso, mas ela serve apenas como um meio para determinadas pessoas atacarem as outras. Se o racismo vêm da pessoa, ela arranjará outra forma de expressar isso. E que fique claro que o racismo é crime em qualquer lugar que for expressado, seja pessoalmente ou por meios de comunicação.

"Com o número crescente de crimes informáticos, golpes e casos graves de racismo, pedofilia e violência virtual, reunimos os nossos artigos de como proceder e denunciar estes atos ilícitos".

Se liga:Injúria-O crime de injúria está previsto no artigo 140 do Código Penal e consiste em ofender a dignidade ou o decoro de alguém “na utilização de elementos referentes a raça, cor, etnia, religião, origem ou a condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência”.
-A pena pode chegar a três anos de reclusão. 

-Racismo é ofender e discriminar toda uma coletividade ou grupo de indivíduos. Preconceito contra a coletividade dos judeus ou dos umbandistas (exemplo).Se o promotor entender que houve racismo, os acusados podem responder pelos crimes previstos na Lei 7.716, de 1989.
-Há várias penas possíveis para racismo, entre elas prisão e multa. O crime de racismo não prescreve e também não tem direito à fiança.

- Os crimes mais graves, como pedofilia e tráfico de drogas, têm utilizado uma rede paralela na internet, fechada e com o uso de informações criptografadas. “Porém, ainda é preciso ficar de olho ao que crianças e adolescentes fazem no mundo virtual, pois elas são

os principais alvos desse tipo de criminoso on-line”,

-Uma lei que criminalize a homofobia, especificamente, ainda não existe no Brasil.

“Procure sempre seu nome em sites de busca para ver se alguém está usando suas informações”, aconselha o especialista.

Um afro abraço.

Claudia Vitalino.

fonte:racismo-no-brasil.info/racismo-virtual.htm/noticias.bol.uol.com.br/fotos net

Nenhum comentário:

Postar um comentário