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domingo, 22 de abril de 2012

23 de Abril devoção, paixão e muita Fé: "Salve São Jorge!!! Salve Ogum!!!"

Canto pra Ogum (Part. Jorge Ben Jor)

















Zeca Pagodinho
Eu sou descendente zulu
Sou um soldado de ogum
Um devoto dessa imensa legião de Jorge
Eu sincretizado na fé
Sou carregado de axé
E protegido por um cavaleiro nobre

Sim vou na igreja festejar meu protetor
E agradecer por eu ser mais um vencedor
Nas lutas nas batalhas
Sim vou no terreiro pra bater o meu tambor
Bato cabeça firmo ponto sim senhor
Eu canto pra Ogum

Ogum
Ogum
Um guerreiro valente que cuida da gente que sofre demais
Ogum
Ele vem de aruanda ele vence demanda de gente que faz
Ogum
Cavaleiro do céu escudeiro fiel mensageiro da paz
Ogum
Ele nunca balança ele pega na lança ele mata o dragão
Ogum
É quem da confiança pra uma criança virar um leão
Ogum
É um mar de esperança que traz abonança pro meu coração
Ogum
Ooogum
(Jorge Ben Jor)

Deus adiante paz e guia
Encomendo-me a Deus e a virgem Maria minha mãe ..
Os doze apóstolos meus irmãos
Andarei neste dia nesta noite
Com meu corpo cercado vigiado e protegido
Pelas as armas de são Jorge
São Jorge sentou praça na cavalaria
Eu estou feliz porque eu também sou da sua companhia
Eu estou vestido com as roupas e as armas de Jorge
Para que meus inimigos tendo pés não me alcancem
Tendo mãos não me peguem não me toquem
Tendo olhos não me enxerguem
E nem em pensamento eles possam ter para me fazerem mal
Armas de fogo o meu corpo não alcançará
Facas e lanças se quebrem sem o meu corpo tocar
Cordas e correntes se arrebentem sem o meu corpo amarrar
Pois eu estou vestido com as roupas e as armas de Jorge
Jorge é da Capadócia.

Salve Jorge!




S. Jorge - Patrono Espiritual da Legião, o qual usa o seu nome simbolicamente como "Ogum", que corresponde, na mitologia, ao Orixalá dos exércitos, dos guerreiros e dos soldados, encarnados e desencarnados. Os Chefes destas falanges sob seu comando, são denominados Orixás e são subordinados ao Patrono ou Orixalá-OGUM que é São Jorge. É também padroeiro e protetor de Lei dos Príncipes, Reis, Condes, etc., articulados em falanges imensas como Obreiros juntos aos que trabalham na Terra pela causa dos povos. Era príncipe da Capadócia. Também, como o seu homônimo corresponde simbólico da mitologia africana, montava um cavalo branco, vestido de príncipe-guerreiro, capa vermelha esvoaçante aos ombros e ia ao encontro dos cristãos para protege-los contra a fúria de Diocleciano! Enfrentou todos os poderosos do seu tempo com rara bravura moral, numa época em que os arqueiros do império de César matavam os cristãos, havidos como criminosos, a bodocadas de arco e flexa, como quem caça passarinhos ou pombos-correio, cuja atitude duvidamos haver cristão hoje capaz de tomá-la, para defender a Obra de Cristo!... Onde estarão hoje os heróis de tal bravura e fidelidade espontânea?...


Protege os heróis que lutaram e ainda sofrem, lutam e tombam honrosamente defendendo as causas nobres dos povos, de significação e repercussão coletivas.


Exerce comando de ação e penetração em todos os arcanos morais do mundo físico e do mundo espiritual, chamando os homens ao cumprimento dos seus deveres espirituais e morais, relegados a segundo plano!...



S.Jorge-Ogum - , assemelha-se a um Ministro de Exército, enquanto S.Lázaro (ou Ogum da Lei) age livremente como Chefe de Polícia na Esquerda - SINAL MENOS -, atualmente em missão dupla e especial. Juntos, com São Jerônimo-Xangô, constituem a tríade principal que desempenhará a função mais alta nos próximos anos - fins dos tempos - a serviço do Ministro Supremo da Justiça Divina-Michael, os quais apóiam, incondicionalmente, agora, a Obra de restauração moral e espiritual de todas as coisas profanadas pelos homens, conforme está prevista nas Sagradas Escrituras!

As gravuras mostram S. Jorge de lança em punho subjugando um dragão, que para uns simboliza o próprio "eu inferior" humano, vencido pelo Espírito; e para outros, representa Alexandra, a esposa do imperador Diocleciano, que aderiu à causa defendida por São Jorge, legítimo triunfo para o Cristianismo! Outros consideram-no como sendo o Espírito do Mal - (o Satanás católico romano) - vencido pelo Espírito do Bem. Para os Grandes Iniciados Hermetistas, significa a eterna luta entre duas forças oponentes iguais, o preto e o branco, o mais e o menos, em eterno conflito e estabelecendo o equilíbrio... a LUZ! Seja o que for... perguntamos aos milhões de religiosos atuais: onde estão os Jorge?... Não existem mais! Todos na platéia ou nas tribunas... pregando para os outros!... Sua cor-insígnia simbólica é: Vermelho escarlate. Perfeita similitude do guerreiro e do sangue dos que tombam nas batalhas travadas em todos os tempos. Foi decapitado a espada, também!

É festejado no mundo inteiro, especialmente, na Inglaterra e no Oriente Médio como Patrono, no dia 23 de Abril.


Os Dragões da Independência, regimento instituído nos exércitos das nações, inclusive no Brasil, foram criados sob os auspícios das tradições guerreiras de S. Jorge, o bravo Capitão do Cristianismo dos primeiros dias, que não existe mais!


Ogum no ritual do sacrificio.Ogum (em yoruba: Ògún) é, na mitologia yoruba, o orixá ferreiro, senhor dos metais. O próprio Ogum forjava suas ferramentas, tanto para a caça, como para a agricultura, e para a guerra. Na África seu culto é restrito aos homens, e existiam templos em Ondo, Ekiti e Oyo. Era o filho mais velho de Oduduwa, o fundador de Ifé, identificado no jogo do merindilogun pelos odu etaogunda, odi e obeogunda, representado materialmente e imaterial pelo candomblé, através do assentamento sagrado denominado igba ogun.


Ogum é considerado o primeiro dos orixás a descer do Orun (o céu), para o Aiye (a Terra), após a criação, um dos semideuses visando uma futura vida humana. Em comemoração a tal acontecimento, um de seus vários nomes é Oriki ou Osin Imole, que significa o "primeiro orixá a vir para a Terra".

Ogum foi provavelmente a primeira divindade cultuada pelos povos yorubá da África Ocidental. Acredita-se que ele tenha wo ile sun, que significa "afundar na terra e não morrer", em um lugar chamado 'Ire-Ekiti'.

Guerreiro:
era um guerreiro que brigava sem cessar contra os reinos vizinhos. Dessas expedições, ele trazia sempre um rico espólio e numerosos escravos. Guerreou contra a cidade de Ará e a destruiu. Saqueou e devastou muitos outros estados e apossou-se da cidade de Irê, matou o rei, aí instalou seu próprio filho no trono e regressou glorioso, usando ele mesmo o título de Oníìré, "Rei de Irê". Tem semelhança com o vodum Gu.

ArquétipoDe acordo com Pierre Verger, o arquétipo de Ogum é o das pessoas fortes, aguerridas e impulsivas, incapazes de perdoar as ofensas de que foram vítimas. Das pessoas que perseguem energicamente seus objetivos e não se desencorajam facilmente. Daquelas que, nos momentos difíceis, triunfam onde qualquer outro teria abandonado o combate e perdido toda a esperança. Das que possuem humor mutável, passando de furiosos acessos de raiva ao mais tranqüilo dos comportamentos. Finalmente, é o arquétipo das pessoas impetuosas e arrogantes, daquelas que se arriscam a melindrar os outros por uma certa falta de discrição quando lhe prestam serviços, mas que, devido à sinceridade e franqueza de suas intenções, tornam-se difíceis de serem odiadas.



É também chamado por Ògún, Ogoun, Gu, Ogou, Ogun e Oggún. Sua primeira aparição na mitologia foi como um caçador chamado
BemVerdadeiro guerreiro da fé, São Jorge venceu contra Satanás terríveis batalhas, por isso sua imagem mais conhecida é dele montado num cavalo branco, vencendo um grande dragão. Com seu testemunho, este grande santo nos convida a seguirmos Jesus sem renunciar o bom combate.

No sincretismo religioso, São Jorge corresponde ao orixá Ogum

Divindade masculina iorubá, figura que se repete em todas as formas mais conhecidas da mitologia universal. Ogum é o arquétipo do guerreiro. A relação de Ogum com os militares (é considerado o protetor de todos os guerreiros) tanto vem do sincretismo realizado com São Jorge, sempre associado às forças armadas, como da sua figura de comandante supremo iorubá. Dizem as lendas que se alguém, em meio a uma batalha, repetir determinadas palavras (que são do conhecimento apenas dos iniciados), Ogum aparece imediatamente em socorro daquele que o evocou. Porém, elas (as palavras) não podem ser usadas em outras circunstâncias, pois, tendo excitado a fúria por sangue do Orixá, detonaram um processo violento e incontrolável; se não encontrar inimigos diante de si após te sido evocado, Ogum se lançará imediatamente contra quem o chamou.

Ogum, portanto, é aquele que gosta de iniciar as conquistas mas não sente prazer em descansar sobre os resultados delas, ao mesmo tempo é figura imparcial, com a capacidade de calmamente exercer (executar) a justiça ditada por Xangô. É muito mais paixão do que razão: aos amigos, tudo, inclusive o doloroso perdão; aos inimigos, a cólera mais implacável, a sanha destruidora mais forte.



Ogum é o deus do ferro, a divindade que brande a espada e forja o ferro, transformando-o no instrumento de luta. Assim seu poder vai-se expandindo para além da luta, sendo o padroeiro de todos os que manejam ferramentas: ferreiros, barbeiros, tatuadores, e, hoje em dia, mecânicos, motoristas de caminhões e maquinistas de trem. É, por extensão o Orixá que cuida dos conhecimentos práticos, sendo o patrono da tecnologia. Do conhecimento da guerra para o da prática: tal conexão continua válida para nós, pois também na sociedade ocidental a maior parte das inovações tecnológicas vem justamente das pesquisas armamentistas, sendo posteriormente incorporada à produção de objetos de consumo civil, o que é particularmente notável na industria automobilística, de computação e da aviação.
Muito se fala mais nada se emplica sobre est sincretismo se demanda nos brasileiros , principalmente os cariocas é paixão e devoção e "Fé"...
Salve Jorge o Guerreiro!

Um afro abraço.

Fonte: Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre

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