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domingo, 6 de outubro de 2013

Outubro Rosa de combate ao câncer de mama...

A estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que em 2030 27 milhões de pessoas terão câncer. Outro estudo apontou que em média são diagnosticados por ano mais de 12 milhões de novos casos de câncer, chegando a causar mais de 7 milhões de mortes.Atualmente, no Brasil, todos os tipos da doença possuem tratamento na rede pública de saúde, porém, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), o câncer representa a segunda causa de morte no país, atrás apenas das doenças do coração.

Buscando alertar a população feminina, principalmente, o mês de outubro é denominado como ‘outubro rosa’, com diversas campanhas voltadas ao diagnóstico do câncer de mama, muito embora este tipo da doença também seja diagnosticado em homens.

Segundo dado do Inca estima-se que em 2012 52.680 novos casos de câncer de mama foram diagnosticados, o número chega a ser mais alarmante ainda pela quantidade de mortes registradas em 2010, quando 12.852 pessoas morreram, dessas 147 homens e 12.705 mulheres.

Não menos agressivo, mas também que merece grande atenção, em 2012 calcula-se que 6.190 novos casos de câncer de ovário foram identificados. Outro dado alarmante se refere ao número de novos casos de câncer de colo de útero, sendo 17.540 novos casos somente em 2012 no Brasil.

Conforme a gerente administrativa do Grupo de Apoio a Mama (Gama), Adriana Klein, a crescente nos registros de casos de câncer de colo de útero levou a campanha do Outubro Rosa deste ano não apenas abordar o câncer de mama, mas também o de colo de útero.
Segundo Adriana, a campanha, que tem proporções mundiais, tem como intuito destacar a importância da prevenção. “Este é o mês de voltarmos a bater na tecla da prevenção por meio da mamografia, outros exames periódicos, da importância de consulta médica”, lembrou a gerente.
Adriana destacou as duas formas de câncer que serão lembradas na campanha deste ano. “Apesar do câncer de mama ser o tipo que mais registra novos casos anualmente, o de colo de útero merece toda uma atenção especial, principalmente pela crescente que ele vem tendo nos últimos anos”.
Segundo ela, as mulheres estão deixando de fazer exames preventivos como o Papa Nicolau, muitas vezes com o relato de que a correria do dia a dia acaba por impedir um cuidado maior com a saúde.

Câncer de mama é mais letal em mulheres negras:
Segundo a Agência Reuters: Ainda é um mistério por que as mulheres negras são mais propensas a morrer de câncer de mama do que as mulheres brancas. Um novo estudo mostra que essa diferença não pode ser atribuída a diferenças de obesidade.


Como um todo, as mulheres negras nos EUA tendem a ser mais obesas do que as brancas e os pesquisadores acharam que isso poderia explicar por que apenas 78% delas sobrevivem cinco anos após o diagnóstico de câncer, em comparação com 90% das mulheres brancas.

Vários estudos têm ligado a obesidade a uma pior sobrevida após o câncer de mama, mas apenas alguns têm testado se essa relação varia de acordo com a raça.

O novo estudo é o mais detalhado até agora. Os pesquisadores usaram dados coletados em um estudo anterior de câncer de mama, feito com mais de 4.500 mulheres que vivem em grandes cidades americanas. Cerca de um terço eram negras e o restante brancas.

Depois de mais de oito anos, 14% das mulheres brancas e um quarto das mulheres negras tinham morrido de câncer de mama. As mulheres foram entrevistadas sobre seu peso cinco anos antes do diagnóstico de câncer e mais do dobro de mulheres negras eram obesas em comparação com as brancas.
Mulheres obesas brancas tinham uma chance 46% maior de morrer de câncer de mama do que as que tinham um peso normal, e o risco aumentado permaneceram depois de tomar outras doenças em conta. Mas essa relação não ocorreu também com as mulheres negras.

Para os cientistas, foi uma surpresa o estudo ter mostrado uma relação entre obesidade e câncer de mama nas mulheres brancas, mas não nas negras. Isso levanta questões importantes sobre outras possíveis razões.

Alternativamente, os pesquisadores acreditam que pode haver diferenças na biologia do tumor, bem como de acesso a cuidados de saúde.

No ano passado, por exemplo, um estudo revelou que as mulheres negras e hispânicas demoram mais tempo para receber tratamento após a cirurgia de câncer de mama do que as brancas.

Pesquisas anteriores também descobriram que as mulheres negras normalmente são diagnosticadas com câncer em estágios mais avançados da doença.

Um afro abraço.

FONTE: bit.ly / aaGhWR Journal of Clinical Oncology,

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