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domingo, 23 de outubro de 2011

OS ORIXAS E SUAS INFUÊNCIAS


Para começar: ORIXÁS

Orixás são elementos da natureza, cada orixá representa uma força da natureza.

Quando cultuamos nossos orixás, cultuamos também as forças elementares oriundas da água, da terra, do ar, do fogo, etc. Essas forças em equilíbrio produzem uma enorme energia (asé), que nos auxilia em nosso dia a dia, ajudando para que nosso destino se torne cada vez mais favorável.
Sendo assim, quando dizemos que adoramos deuses, nós nos referimos a estarmos adorando as forças da natureza, forças essas pertencentes a criação do grande pai. Pai esse conhecido por nós como "Ólorun"ou Olodumaré (Deus supremo).

No Brasil, erroneamente, diz-se que Oxalá é o pai maior. Na verdade, Oxalá é um dos mais velhos, Orixá Fun Fun* (Nota: quando nos referirmos a Ifá/Iyami, a fim de não criar confusões, pedimos que visitem o nosso portal Matriz Afro para ter esclarecimentos mais abrangente e técnicos sobre a senhoridade e Cronologia) Orisála por ser sincretizado no Brasil com Jesus Cristo, é cultuado como "Orisá maior", no Brasil o mais respeitado e o mais velho entre os Orixás.

A grande maioria das nações africanas anterior a era cristã, conheciam a existência de Ólorun como grande criador, ser fundamental.
Acreditamos que nosso Deus "é o todo". E o todo é a natureza e seus integrantes, (animais, vegetais, homens, planetas, etc.)

Nota: Olorun está acima da vaidade pessoal e de religiões que buscam sempre monopolizar o seu poder.

Nosso Deus jamais pune seus filhos tão pouco condena-os a fogueira eterna, também nunca os entregou ao seu maior inimigo (Satanás) após cometer erros divinos chamado de pecados eternos, nosso deus não destrói países e não aniquila civilizações de filhos amados por ciúmes quando não adorado, amado ou seguido...
Como pai, jamais deixaria de perdoar meus filhos, tão pouco condenaria-os ao extermínio por erros que cometem ou possam cometer.
O verdadeiro pai perdoa, ensina, ama e protege seus filhos.
Portanto nosso deus é um pai mais perfeito que qualquer outro pai...

Como já havíamos comentado, nosso panteão nada mais é que a junção das energias de todo os elementos da natureza, cada elemento e força da natureza é por nós representado por um Orixá...

Aprendemos a sentir e manipular essas energias individualmente através de cada Orixá, os seguidores iniciados(iyawos) sobre a influência de um Orixá, específico,detém mais energia do seu influente que os filhos de outros Orixás.

Exemplo: Os filhos de Ossain possuem mais energia voltada para as curas e plantas do que os filhos de Ogun que possuem por sua vez, detém mais energia voltado a armas, metais, ferramentas, etc.

Em resumo, quase todos os Orixás tiveram uma curta passagem pelo nosso mundo, sendo muitos ancestrais divinizados que após fatos heróicos ou divinos, e por possuerem energia extrema, maior que a capacidade humana poderia suportar, encantaram-se e/ou retornaram ao Orun (céu), deixando para nós, segredos e ensinamentos, encurtando a ligação do material ao espiritual. Ligação essa, que nós preservamos e usamos não só para nós, mas também para as pessoas que nos procuram, mesmo sem ter ligações diretas com a religião. Essas ligações são em sua grande maioria revelados por IFÁ, cujo veremos na parte relacionado a Odús.

Em nossa religião, é fundamental a integração com a natureza, pois quanto maior o contato com a natureza, maior será seu desenvolvimento, sua energia, seu asé e portanto, maior será o cordão (elo) de ligação com seu Orixá aproximando mais de olorum(Deus criador/construtor de todo o universo).
Orixá significa também o caminho que nos guia em determinados pontos de nossas vidas, caminhos revelados por Ifá onde se faz necessário o devido culto para que os que dele pertencem seguir e equilibrar sua energia durante o tempo que permanecerá no aiye (terra).
Entre todos Orixás, salientamos o de maior e incontestável importância que é ORI, seu Deus pessoal, sua identidade, sua conciência viva e presente, que antes de tudo deve ser muito bem cuidada, alimentada e equilibrada para que se possa ter a consiência e o o equilíbrio mental para possuir ou ser conduzido na Energia pura de Orixá


Um pouco da história da umbanda - Parte I.

Uma das mais impressionantes marcas do estudo da Umbanda é a influência que os Orixás exercem em seus filhos. Ou seja, aqueles que nasceram sob
História pouco da Umbanda...

Escrever sobre Umbanda sem citarmos Zélio Fernandino de Moraes é praticamente impossível. Ele, assim como Allan Kardec, foram os intermediários escolhidos pelos espíritos para divulgar a religião aos homens. Zélio Fernandino de Moraes nasceu no dia 10 de abril de 1891, no distrito de Neves, município de São Gonçalo - Rio de Janeiro. Aos dezessete anos, quando estava se preparando para servir as Forças Armadas através da Marinha, aconteceu um fato curioso: começou a falar em tom manso e com um sotaque diferente da sua região, parecendo um senhor com bastante idade.

A princípio, a família achou que houvesse algum distúrbio mental e o encaminhou ao seu tio, Dr. Epaminondas de Moraes, Diretor do Hospício de Vargem. Após alguns dias de observação e não encontrando os seus sintomas em nenhuma literatura médica, sugeriu à família que o encaminhassem a um padre para que fosse feito um ritual de exorcismo, pois desconfiava que seu sobrinho estivesse possuído pelo demônio. Procuraram, então, também um padre da família que após fazer ritual de exorcismo não conseguiu nenhum resultado.

Tempos depois Zélio foi acometido por uma estranha paralisia, para o qual os médicos não conseguiram encontrar a cura. Passado algum tempo, num ato surpreendente Zélio ergueu-se do seu leito e declarou: "Amanhã estarei curado". No dia seguinte começou a andar como se nada tivesse acontecido. Nenhum médico soube explicar como se deu a sua recuperação. Sua mãe, D. Leonor de Moraes, levou Zélio a uma curandeira chamada D. Cândida, figura conhecida na região onde morava e que incorporava o espírito de um preto velho chamado Tio Antônio.

Tio Antônio recebeu o rapaz e fazendo as suas rezas lhe disse que possuía o fenômeno da mediunidade e deveria trabalhar com a caridade. O Pai de Zélio de Moraes, Sr. Joaquim Fernandino Costa, apesar de não freqüentar nenhum centro espírita , já era um adepto do espiritismo, praticante do hábito da leitura de literatura espírita . No dia 15 de novembro de 1908, por sugestão de um amigo de seu pai, Zélio foi levado a Federação Espírita de Niterói. Chegando na Federação e convidados por José de Souza, dirigente daquela Instituição, sentaram-se à mesa. Logo em seguida, contrariando as normas do culto realizado, Zélio levantou-se e disse que ali faltava uma flor. Foi até o jardim apanhou uma rosa branca e colocou-a no centro da mesa onde realizava-se o trabalho.

Tendo-se iniciado uma estranha confusão no local, ele incorporou um espírito e simultaneamente diversos médiuns presentes apresentaram incorporações de caboclos e pretos velhos. Advertidos pelo dirigente do trabalho, a entidade incorporada no rapaz perguntou:

" Por que repelem a presença dos citados espíritos, se nem sequer se dignaram a ouvir suas mensagens? Seria por causa de suas origens sociais e da cor?"

Após um vidente ver a luz que o espírito irradiava perguntou:

" Por que o irmão fala nestes termos, pretendendo que a direção aceite a manifestação de espíritos que, pelo grau de cultura que tiveram quando encarnados, são claramente atrasados? Por que fala deste modo, se estou vendo que me dirijo neste momento a um jesuíta e a sua veste branca reflete uma aura de luz? E qual o seu nome meu irmão?"

Ele responde:

Se julgam atrasados os espíritos de pretos e índios, devo dizer que amanhã estarei na casa deste aparelho, para dar início a um culto em que estes pretos e índios poderão dar sua mensagem e, assim, cumprir a missão que o plano espiritual lhes confiou. Será uma religião que falará aos humildes, simbolizando a igualdade que deve existir entre todos os irmãos, encarnados e desencarnados. E se querem saber meu nome que seja este: Caboclo das Sete Encruzilhadas, porque não haverá caminhos fechados para mim."

O vidente ainda pergunta:

" Julga o irmão que alguém irá assistir a seu culto?"

Novamente ele responde;

Colocarei uma condessa em cada colina que atuará como porta-voz, anunciando o culto que amanhã iniciarei."

Depois de algum tempo todos ficaram sabendo que o jesuíta que o médium verificou pelos resquícios de sua veste no espírito, em sua última encarnação foi o Padre Gabriel Malagrida.

No dia 16 de novembro de 1908, na rua Floriano Peixoto, 30 · Neves · São Gonçalo · RJ, aproximando-se das 20:00 horas, estavam presentes os membros da Federação Espírita , parentes, amigos e vizinhos e do lado de fora uma multidão de desconhecidos. Pontualmente às 20:00 horas o Caboclo das Sete Encruzilhadas desceu e usando as seguintes palavras iniciou o culto:

Aqui inicia-se um novo culto em que os espíritos de pretos velhos africanos, que haviam sido escravos e que desencarnaram não encontram campo de ação nos remanescentes das seitas negras, já deturpadas e dirigidas quase que exclusivamente para os trabalhos de feitiçaria, e os índios nativos da nossa terra, poderão trabalhar em benefícios dos seus irmãos encarnados, qualquer que seja a cor, raça, credo ou posição social. A prática da caridade no sentido do amor fraterno será a característica principal deste culto, que tem base no Evangelho de Jesus e como mestre supremo Cristo".

Após estabelecer as normas que seriam utilizadas no culto e com sessões diárias das 20:00 às 22:00 horas, determinou que os participantes deveriam estar vestidos de branco e o atendimento a todos seria gratuito. Disse também que estava nascendo uma nova religião e que chamaria Umbanda. O grupo que acabara de ser fundado recebeu o nome de Tenda Espírita Nossa Senhora da Piedade e o Caboclo das Sete Encruzilhadas disse as seguintes palavras:

Assim como Maria acolhe em seus braços o filho, a tenda acolherá aos que a ela recorrerem as horas de aflição; todas as entidades serão ouvidas, e nós aprenderemos com aqueles espíritos que souberem mais e ensinaremos aqueles que souberem menos e a nenhum viraremos as costas e nem diremos não, pois esta é a vontade do Pai".

Ainda respondeu perguntas de sacerdotes que ali se encontravam em latim e alemão. Caboclo foi atender um paralítico, fazendo este ficar curado. Passou a atender outras pessoas que havia neste local, praticando suas curas. Nesse mesmo dia incorporou um preto velho chamado Pai Antônio, aquele que, com fala mansa, foi confundido como loucura de seu aparelho e com palavras de muita sabedoria e humildade e com timidez aparente, recusava-se a sentar-se junto com os presentes à mesa dizendo as seguintes palavras: "- Nêgo num senta não meu sinhô, nêgo fica aqui mesmo. Isso é coisa de sinhô branco e nêgo deve arrespeitá". Após insistência dos presentes fala:

Num carece preocupá não. Nêgo fica no toco que é lugá di nêgo".

Assim, continuou dizendo outras palavras representando a sua humildade. Uma pessoa na reunião pergunta se ele sentia falta de alguma coisa que tinha deixado na terra e ele responde:

Minha caximba, nêgo qué o pito que deixou no toco. Manda mureque buscá".

Tal afirmativa deixou os presentes perplexos, os quais estavam presenciando a solicitação do primeiro elemento de trabalho para esta religião. Foi Pai Antonio também a primeira entidade a solicitar uma guia, até hoje usadas pelos membros da Tenda e carinhosamente chamada de"Guia de Pai Antonio".

No outro dia formou-se verdadeira romaria em frente a casa da família Moraes. Cegos, paralíticos e médiuns que eram dado como loucos foram curados. A partir destes fatos fundou-se a Corrente Astral de Umbanda. Após algum tempo manifestou-se um espírito com o nome de Orixá Malé, este responsável por desmanchar trabalhos de baixa magia, espírito que, quando em demanda era agitado e sábio destruindo as energias maléficas dos que lhe procuravam.

Dez anos depois, em 1918, o Caboclo das Sete Encruzilhadas, recebendo ordens do astral, fundou sete tendas para a propagação da Umbanda, sendo elas as seguintes:

Tenda Espírita Nossa Senhora da Guia
Tenda Espírita Nossa Senhora da Conceição
Tenda Espírita Santa Bárbara
Tenda Espírita São Pedro
Tenda Espírita Oxalá
Tenda Espírita São Jorge
Tenda Espírita São Jerônimo

As sete linhas que foram ditadas para a formação da Umbanda são: Oxalá, Iemanjá, Ogum, Iansã, Xangô, Oxossi e Exu. Enquanto Zélio estava encarnado, foram fundadas mais de 10.000 tendas a partir das acima mencionadas. Zélio nunca usou como profissão a mediunidade, sempre trabalhou para sustentar sua família e muitas vezes manter os templos que o Caboclo fundou, além das pessoas que se hospedavam em sua casa para os tratamentos espirituais, que segundo o que dizem parecia um albergue. Nunca aceitar a ajuda monetária de ninguém era ordem do seu guia chefe, apesar de inúmeras vezes isto ser oferecido a ele. O ritual sempre foi simples.

Nunca foi permitido sacrifícios de animais. Não utilizavam atabaques ou qualquer outros objetos e adereços. Os atabaques começaram a ser usados com o passar do tempo por algumas das Tendas fundadas pelo Caboclo das Sete Encruzilhadas, mas a Tenda Nossa Senhora da Piedade não utiliza em seu ritual até hoje. As guias usadas eram apenas as determinadas pelas entidades que se manifestavam. A preparação dos médiuns era feita através de banhos de ervas e do ritual do amaci, isto é, a lavagem de cabeça onde os filhos de Umbanda fazem a ligação com a vibração dos seus guias.

Após 55 anos de atividade, entregou a direção dos trabalhos da Tenda Nossa Senhora da Piedade a suas filhas Zélia e Zilméia, as quais até hoje os dirigem.

Mais tarde, junto com sua esposa Maria Isabel de Moraes, médium ativa da Tenda e aparelho do Caboclo Roxo, fundaram a Cabana de Pai Antonio no distrito de Boca do Mato, Cachoeira do Macacú·RJ. Eles dirigiram os trabalhos enquanto a saúde de Zélio permitiu. Faleceu aos 84 anos, no dia 03 de outubro de 1975.

Dia 16 de setembro de 2010, faleceu Dona Zilméia de Moraes, a única dos quatro filhos de Zélio de Moraes, fundador da Umbanda, que ainda estava encarnada. Fica mais órfã a Umbanda a partir de agora. Deixamos aqui nossa homenagem a essa querida e doce mãe de santo. Saravá!


o manto da vibração do Orixá, o que não se pode saber por data de nascimento, mas por rituais próprios da religião
Falaremos das descrições dos Orixás, não se preocupando com lendas. Apesar de cada região cultuar diferentes Orixás e sincretizar com determinados Santos Católicos descreveremos os que cultuamos em nosso Terreiro, as suas datas de comemoração e os arquétipos dos seus filhos. Isto não quer dizer que os outros terreiros estejam fazendo seus cultos erroneamente.


A origem da Religião de Matriz Africana vem de longe... muito longe.

A chegada dos escravos africanos ao Brasil foi responsável pela consolidação de uma nova experiência religiosa em nosso território. Contudo, ao contrário do que muitos chegam a imaginar, não podemos supor que esse movimento simplesmente instalou a mesma lógica e as mesmas divindades cultuadas no território africano. Ao mesmo tempo em que alguns deuses ficaram para trás, outros foram criados para compor uma experiência singular.

Desse vasto panteão de divindades, os orixás se tornaram os mais conhecidos entre os praticantes e não praticantes das religiões de origem e influência africana. Segundo os ensinamentos do candomblé, todas as pessoas são filhas de orixás. Para que seja possível determinar a quais orixás um indivíduo pertence, ele precisa recorrer aos saberes oferecidos pelo jogo de búzios.

O jogo de búzios consiste basicamente no lançamento de dezesseis conchas, também conhecidas como cauris, em uma peneira. O pai de santo é o único capaz de realizar o lançamento das conchas e realizar a correta leitura da posição de cada búzio. Além do jogo, os praticantes do candomblé também associam a pessoa ao seu orixá através das características físicas e psicológicas do praticante.

Segundo a crença, cada pessoa recebe a influência de dois orixás principais. O primeiro é conhecido como o “orixá da frente” e o segundo como o “orixá de trás”, “segundo santo” ou “jutó”. Esse casal de divindades promove a proteção de seu seguidor e são reverenciados pelo pai de santo quando este toca a testa, para o orixá da frente, e a nuca para o orixá de trás. Além dessas duas divindades, uma pessoa pode incorporar a proteção de outros deuses, completando o número máximo de sete orixás.

No conjunto das religiões afro-brasileiras, os orixás podem assumir diferentes nomenclaturas segundo a crença que o adota. Na umbanda, os orixás não são diretamente incorporados pelas pessoas com aptidões mediúnicas. Geralmente, o orixá envia um representante, o falangeiro, que tem a função de repassar as ordens e orientações do orixá que o domina.

Entre os mais conhecidos orixás podemos destacar as figuras de Exu, orixá mensageiro sem o qual nenhuma transformação acontece; Ogum, divindade que está correntemente associada às guerras e à agricultura; Oxossi, reconhecido como irmão de Ogum e associado à caça e proteção. Além disso, podemos destacar Omulu, poderosa divindade responsável pelos poderes de cura e doença; Xangô, senhor dos raios e trovões; Iemanjá, a mãe de todos os orixás; e Oxalá, o grande orixá da criação.


Dentro da concepção africana, os orixás são a força na natureza, cada orixá representa uma ou mais forças, como por exemplo, o mar, os rios, as matas e etc. Quando vieram para o Brasil os escravos africanos trouxeram consigo sua crença que com o tempo acabou se mesclando com a crença católica no Brasil e a imagem dos orixás também se mesclou com a dos santos católicos, seja pela semelhança de valores entre eles, ou seja, pelo tipo de energia que eles exercem.
Os Orixás, hoje em dia, são considerados espíritos de alta evolução que se encaixam nas mais altas vibrações. Essas entidades dificilmente falam, limitando-se a dar passes magnéticos através de gestos que também as identificam. Demoram pouco tempo incorporado pois sua alta vibração cansa demasiadamente o médium, que desgasta grande quantidade de energia nessas incorporações.

Os Orixás possuem aspectos pessoais interessantes, suas energia se manifesta em nosso cotidiano de acordo com a data de nosso nascimento; um indivíduo que nasceu na quarta-feira tem seu nascimento aliado a Orixá Iansã; adoram curtir as mais loucas paixões. Vivem num clima de sedução e conquista, sem medo das conseqüências. Ousados, correm todos os riscos e enfrentam todos os perigos para realizar suas tarefas e alcançar seus objetivos.

Saber a influência do dia do seu nascimento e conhecer as particularidades atribuídas ao Orixá deste dia pode ser interessante para explicar alguns aspectos da personalidade de um indivíduo.

Após detalhar o dia simplesmente veja as características do Orixá, um pequeno resumo sobre as principais características esta abaixo, mas lembre-se que as características são atribuídas ao dia da semana que você nasceu, para saber qual o seu Orixá guia consulte um estudioso da cultura Afro


Domingo - As pessoas nascidas no domingo são regidos por Oxalá. Geralmente são audaciosas, revolucionárias e incansáveis. Estão sempre querendo melhorar o que já existe, mudar, mexer deixar a sua forma. Equilibrada e serenas são o espelho deste orixá.

Segunda-feira - As pessoas nascidas na segunda-feira, dia regido por Exu, o mensageiro dos deuses, são alegres, boêmias e sensuais. Dona de caráter nobre costumam mostra-se bastante amigáveis. Mas, caso sofram injustiças, não conseguem afastar pensamentos de vingança.

Terça-feira - As pessoas nascidas na terça-feira, dia regido por Ogum, o orixá da guerra e do progresso tecnológico, detestam a rotina e são dinâmicas. Estão sempre lutando por mudanças no trabalho, na política e na vida pessoal. Geralmente obtém sucesso em tudo o que fazem. Mas precisam combater a tendência ao egoísmo e à arrogância.

Quarta-feira - As pessoas nascidas na quarta-feira, dia regido por Iansã, senhora da sensualidade e das tempestades, adoram curtir as mais loucas paixões. Vivem num clima de sedução e conquista, sem medo das conseqüências. Ousadas, correm todos os riscos e enfrentam todos os perigos para realizar suas tarefas e alcançar seus objetivos.

Quinta-feira - As pessoas nascidas na quinta-feira, dia regido por Oxossi, deus das matas, são introvertidas e discretas. Sabem exprimir suas opiniões, mas jamais tentam impô-las aos outros. Simplesmente esperam, com paciência que lhe dêem razão. Essa qualidade lhes confere muito charme um ar de nobreza.

Sexta-feira - As pessoas nascidas na sexta-feira, dia regido por Oxaguiã, a manifestação jovem de Oxalá, são orgulhosas e não gostam de meios-termos. Para elas, é sempre tudo ou nada. Por isso, oscilam entre uma tristeza profunda e uma alegria sem limites; entre o ódio e o amor; entre a dedicação e o desinteresse. Mas, a media que amadurecem, ganham algumas características de Oxalá.

Sábado - As pessoas nascidas no sábado, dia regido por Iemanjá, a rainha do mar, ficam furiosas quando sentem ciúmes ou se julgam vítimas de uma ingratidão. O mais comum, porém, é estarem sempre numa boa maré, protegendo os amigos e os filhos. Seus sábios conselhos são fruto de uma grande capacidade de observar.
Domingo - As pessoas nascidas no domingo são regidos por Oxalá. Geralmente são audaciosas, revolucionárias e incansáveis. Estão sempre querendo melhorar o que já existe, mudar, mexer deixar a sua forma. Equilibrada e serenas são o espelho deste orixá.

Segunda-feira - As pessoas nascidas na segunda-feira, dia regido por Exu, o mensageiro dos deuses, são alegres, boêmias e sensuais. Dona de caráter nobre costumam mostra-se bastante amigáveis. Mas, caso sofram injustiças, não conseguem afastar pensamentos de vingança.

Terça-feira - As pessoas nascidas na terça-feira, dia regido por Ogum, o orixá da guerra e do progresso tecnológico, detestam a rotina e são dinâmicas. Estão sempre lutando por mudanças no trabalho, na política e na vida pessoal. Geralmente obtém sucesso em tudo o que fazem. Mas precisam combater a tendência ao egoísmo e à arrogância.

Quarta-feira - As pessoas nascidas na quarta-feira, dia regido por Iansã, senhora da sensualidade e das tempestades, adoram curtir as mais loucas paixões. Vivem num clima de sedução e conquista, sem medo das conseqüências. Ousadas, correm todos os riscos e enfrentam todos os perigos para realizar suas tarefas e alcançar seus objetivos.

Quinta-feira - As pessoas nascidas na quinta-feira, dia regido por Oxossi, deus das matas, são introvertidas e discretas. Sabem exprimir suas opiniões, mas jamais tentam impô-las aos outros. Simplesmente esperam, com paciência que lhe dêem razão. Essa qualidade lhes confere muito charme um ar de nobreza.

Sexta-feira - As pessoas nascidas na sexta-feira, dia regido por Oxaguiã, a manifestação jovem de Oxalá, são orgulhosas e não gostam de meios-termos. Para elas, é sempre tudo ou nada. Por isso, oscilam entre uma tristeza profunda e uma alegria sem limites; entre o ódio e o amor; entre a dedicação e o desinteresse. Mas, a media que amadurecem, ganham algumas características de Oxalá.

Sábado - As pessoas nascidas no sábado, dia regido por Iemanjá, a rainha do mar, ficam furiosas quando sentem ciúmes ou se julgam vítimas de uma ingratidão. O mais comum, porém, é estarem sempre numa boa maré, protegendo os amigos e os filhos. Seus sábios conselhos são fruto de uma grande capacidade de observação.

Fonte: Domingo - As pessoas nascidas no domingo são regidos por Oxalá. Geralmente são audaciosas, revolucionárias e incansáveis. Estão sempre querendo melhorar o que já existe, mudar, mexer deixar a sua forma. Equilibrada e serenas são o espelho deste orixá.

Segunda-feira - As pessoas nascidas na segunda-feira, dia regido por Exu, o mensageiro dos deuses, são alegres, boêmias e sensuais. Dona de caráter nobre costumam mostra-se bastante amigáveis. Mas, caso sofram injustiças, não conseguem afastar pensamentos de vingança.

Terça-feira - As pessoas nascidas na terça-feira, dia regido por Ogum, o orixá da guerra e do progresso tecnológico, detestam a rotina e são dinâmicas. Estão sempre lutando por mudanças no trabalho, na política e na vida pessoal. Geralmente obtém sucesso em tudo o que fazem. Mas precisam combater a tendência ao egoísmo e à arrogância.

Quarta-feira - As pessoas nascidas na quarta-feira, dia regido por Iansã, senhora da sensualidade e das tempestades, adoram curtir as mais loucas paixões. Vivem num clima de sedução e conquista, sem medo das conseqüências. Ousadas, correm todos os riscos e enfrentam todos os perigos para realizar suas tarefas e alcançar seus objetivos.

Quinta-feira - As pessoas nascidas na quinta-feira, dia regido por Oxossi, deus das matas, são introvertidas e discretas. Sabem exprimir suas opiniões, mas jamais tentam impô-las aos outros. Simplesmente esperam, com paciência que lhe dêem razão. Essa qualidade lhes confere muito charme um ar de nobreza.

Sexta-feira - As pessoas nascidas na sexta-feira, dia regido por Oxaguiã, a manifestação jovem de Oxalá, são orgulhosas e não gostam de meios-termos. Para elas, é sempre tudo ou nada. Por isso, oscilam entre uma tristeza profunda e uma alegria sem limites; entre o ódio e o amor; entre a dedicação e o desinteresse. Mas, a media que amadurecem, ganham algumas características de Oxalá.

Sábado - As pessoas nascidas no sábado, dia regido por Iemanjá, a rainha do mar, ficam furiosas quando sentem ciúmes ou se julgam vítimas de uma ingratidão. O mais comum, porém, é estarem sempre numa boa maré, protegendo os amigos e os filhos. Seus sábios conselhos são fruto de uma grande capacidade de observação.

fonte:.portaldascuriosidades.com/www.paimaneco.org.br/orixas/orixas-da-umbanda/

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