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segunda-feira, 24 de outubro de 2011

INTOLERANCIA RELIGIOSA NAS ESCOLAS



Abordar as religiões de matriz africana em sala de aula torna-se primordial para que o preconceito, o estigma e a intolerância religiosa sejam subtraídos. É nesta perspectiva que este trabalho vem ceder uma discussão teórico-metodológica que possa, pelo menos, amenizar esse problema em sala de aula, contribuindo para tornar o ambiente escolar mais democrático e inclusivo.

Intolerância religiosa; religiões de matriz africana; sala de aula, educação inclusiva.



Não devemos deixar de ressaltar, a princípio, o problema que suscita sempre que nos submetemos em trabalhar com religião(ões), pois acabamos entrando em um campo onde os aspectos místicos, de crença, nos impõe certos limites. Mas não estamos aqui para julgar ou negar doutrinas religiosas, e sim para trazer à luz do conhecimento outras religiões que pelo sufocamento promovido por religiões e classes “dominantes”, em um longo processo histórico, deixamos de (re)conhecê-las e considerá-las enquanto elemento determinante para compreendermos a construção de nossa pluralidade religiosa.
Nosso desafio é procurar compreender como a mentalidade negativa das religiões de origem africanas se constituiu e permanece até hoje disseminada na sociedade brasileira preconceituosa. Mentalidade esta que justificam muitos dos atos de intolerância em nossa sociedade e se reflete em nossas salas de aulas.

As religiões de matriz africana: alguns motivos da intolerância

Antes de entrarmos na discussão, é necessário deixar esclarecido alguns conceitos que serão trabalhados neste artigo. Então partiremos destacando o conceito de intolerância. Partindo do pressuposto de que a intolerância
fonte:www.partes.com.br/educacao/intoleranciareligiosa

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