Somos...

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Rebele-se Contra o Racismo!

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Reflexão



O que somos...

Não pode-se renegar os valores africanos é desqualificar a visão do mundo cultural e religioso, isso é negar o nosso direito de reivindicação a tudo o que nos foi tirado e espoliado ao longo da história do povo negro seus modo de pensar a africanidade para a Igualdade na Diversidade Humana: a a opção da não-violência, contra a violência recebideu durante séculos.

Muitos falam de que o negro, por ser em maioria durante a escravidão, poderia ter se rebelado (já foi me falado pessoalmente por uma companheira) Penso este é um refexo da historia contada pelo dominadores e que foi retratada como verdade absoluta. Vamos pensar por exemplo, que a ginga é uma componente e muito importante da estratégia de resistência, como mostram diversos autores que nos permitiu estar escrevendo, falando e sendo escutados cada vez mais este tema. Criou-se um mito de que no Brasil houve uma escravidão benevolente, mas no entanto, nossos antepassados africanos é que responderam com ternura a esta violência.

Diversidade humana

Quando falamos em igualdade na diversidade humana e no resgate à cultura africana, não queremos dizer o retorno a uma África mítica, ou transformar o nossa pais em uma segunda Africa mas sim o reconhecimento das sociedades indígenas e quilombolas e o nosso modo de vida .

Vamos conversar:

Nos estamos caminhando de maneira não-dualista, entendendo que não-violência nada tem de passividade,pelo contrario os exemplos de Gandhi, de Martin Luther King, de Solano Trindade e muitos outro negr@s do nosso país e de outros países . Nos somos parecidos e diferentes ao mesmo tempo, proximos e distantes ao mesmo temos.

A Vida , a história e o mundo estão aqui e tod@s nós temos responsabilidade de ajudar-mos neste construção. Entender que somos o resultado de uma ruptura e mais que tem muito de africanidade, somos irmãos e irmãs, termos o vigor das políticas públicas, da responsabilidade socioambiental, da resparaçãoe ações afirmativas estamos atentos aos nossos sofrimentos e aos sofrimentos do negro ou não negro, pensamos com generosidade pois , sentimos e sofremos na própria carne o que qualquer ser humano sofre independente de sua melanina. Todos este rocesso histórico que é simlpes mais comlexo resultou na nossa identidade, que iniciou-se nos porões dos navios negreiro , por isto afro descendente mas também é 100% brasileir@s.

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